A Programação Neurolinguística foi criada por John Grinder e Richard Bandler nos anos 70.  Nessa época determinaram um conjunto de padrões e modelos de comunicação, programação e reprogramação mental com o objetivo de melhorar o desempenho humano.

Nessa época sistematizaram uma série de parâmetros relativos aos processos e sequências por meio das quais, formamos as referências e manifestamos nossos comportamentos. Esse conjunto de modelos e técnicas espalhou-se pelo mundo e hoje é utilizado por milhares de profissionais para potencializar os resultados que obtêm em inúmeras profissões.

Na década de 80, John Grinder, depois de algumas divergências com Richard Bandler, lançou um uma nova proposta com um novo grupo de padrões e abordagens, o qual ficou conhecido como o “O Novo Código da PNL”, também chamado de a 2ª GERAÇÃO DA PNL. Desenvolvido por Grinder e Carmen Bostic St. Clair.

O primeiro livro tratando deste novo código foi lançado em 2001, chamado “Sussurrando no vento”.

O Código antigo ou 1ª GERAÇÃO DA PNL, era fundamentado em aplicações da terapia Gestalt, as investigações de Gregory Bateson sobre Sistemas e os padrões do metamodelo da linguagem.

A forma de intervenção foi determinada pelo conhecimento da terapeuta familiar Virgínia Satir e a linguagem e os métodos pelo terapeuta Milton Erickson.

Por meio de perguntas sistematizadas pelo metamodelo, observa-se as reações corporais relativas às mudanças e respostas internas. A técnica sempre foi muito efetiva, inclusive potencializando os métodos da psicoterapia tradicional.

Esse código contempla técnicas como: o Swich, onde utilizam mudanças de submodalidade para resolver problemas de padrões do passado que causavam comportamentos indesejados como: fobias, compulsões, etc.  Tudo isso em intervenções que duram alguns minutos.

O Novo Código ou 2ª GERAÇÃO DA PNL nasceu com a evolução da PNL e os profissionais, que a utilizavam regularmente descobriram novos ingredientes para acrescentar ao código antigo. Surgindo assim o conceito de “estado mental” e com ele o conceito de modelamento de um estado que leva uma pessoa ao sucesso.  As técnicas permitem, por exemplo, mudar um estado de depressão ao alterar os parâmetros que levam à depressão, como: fisiologia, respiração, postura, crenças, etc.

Em meados de 90 surge então a 3ª Geração da PNL com Robert Dilts. Suas aplicações são mais sistêmicas, e a partir da pirâmide dos níveis neurológicos se concentra em níveis mais altos de aprendizagem e intervenções com mudanças profundas.  Atua nos níveis da identidade, missão e da visão. Trata-se da PNL SISTÊMICA, podendo ser aplicada no desenvolvimento de organizações, culturas, equipes e indivíduos.

A essência das três gerações da PNL é o estudo da estrutura e funcionamento da mente. Enquanto as duas primeiras gerações, (o Antigo Código e o Novo Código da PNL) estudavam basicamente a Mente Cognitiva, a 3ª geração ampliou o campo de estudo para incluir também a Mente Somática e o Campo Energético presente no sistema onde interagimos.  Aliás, estamos no nível cibernético de atuação mente-corpo-energia:

1 – Mente Cognitiva: que emerge do cérebro

2 – Mente Somática: centra-se no corpo

3 – Campo Energético: vem através da nossa conexão e do relacionamento com outros Sistemas à nossa volta.

A tecnologia que envolve a 3ª geração é fundamentada no Campo Energético (Field), incorporando os princípios de auto-organização, os arquétipos e uma perspectiva de todo o sistema – que é conhecida como “a quarta posição”.